O livro como objeto híbrido
Frankenstein de Mary Shelley
Design Editorial I
Peça por peça, assim foi crescendo o livro Frankenstein, numa tentativa de materializar o núcleo central da estória que conta. No seu famoso romance, Mary Shelley narra a história de um jovem estudante de ciências que, com partes de diferentes corpos humanos, constrói um ser semi-humano disforme.

Inspirado pela personagem do monstro, o Livro Híbrido foi desenvolvido como um todo heterogéneo, pautado por diferentes tratamentos de texto, imagem e formato. Pretende, desse modo, suscitar um sentido de estranheza, surpresa e por vezes até de desconforto, numa interpretação física tangente ao sentido da narrativa.